Comunicação regulada x comunicação reativa: o impacto do trauma na forma de se relacionar.

Por Michele Beckert A forma como nos comunicamos diz muito sobre o estado do nosso sistema nervoso. Quando estamos regulados, conseguimos ouvir, pensar antes de responder e expressar o que sentimos com clareza. Mas quando entramos em estados de ameaça — especialmente em pessoas com histórico de trauma — a comunicação muda completamente. Ela se…

Leia mais

O arquétipo da Guerreira: força como espiritualidade corporificada.

Por Tayla Pereira Durante séculos, força física foi associada ao masculino. Mulheres foram ensinadas a ocupar pouco espaço, a serem leves, discretas. No pole acrobático (ou pole fitness – é uma modalidade de pole dance focada na execução de movimentos técnicos, giros, inversões e acrobacias intensas em um mastro de metal. Combina força, flexibilidade e…

Leia mais

Sob o capô: a relação da sexualização e traumas psicológicos em oficina automotiva

Por Daniele Rodrigues e Lelington Havreluk Quem tem 40 anos ou mais talvez lembre que antigamente muitas oficinas automotivas tinham como decoração vários calendários com mulheres nuas espalhados na parede e quadros com pornografia, o que tornava o ambiente mais restrito ao público masculino. Era muito comum as mulheres que já tinham seu próprio carro…

Leia mais

 Sensualidade consciente: cura da repressão e da culpa

Por Tayla Pereira A sensualidade feminina historicamente foi controlada, reprimida ou explorada sob o olhar masculino. Muitas mulheres aprenderam que expressar sensualidade era perigoso ou vergonhoso. Isso gera conflitos internos profundos: desejo versus culpa. No contexto do sagrado feminino, sensualidade não é performance para o outro — é conexão com vitalidade. É energia criativa. E…

Leia mais

Da chave de fenda ao coração: trauma psicológico e a realidade da oficina automotiva

Por Daniele Rodrigues e Lelington Havreluk É muito comum que mulheres busquem ajuda de pessoas da família ou tenham bastante desconfiança em buscar um serviço em oficina automotiva de pessoas desconhecidas. Isso acontece porque é um segmento pouco explorado e de domínio do conhecimento feminino, o que a torna mais vulnerável às situações problema.  Antigamente,…

Leia mais

Ciclicidade feminina e o respeito aos ritmos internos.

Por Tayla Pereira A sociedade valoriza a produtividade linear: constância, rendimento e desempenho contínuo. O feminino, biologicamente e simbolicamente, é cíclico. Oscila entre expansão e recolhimento, focando nas emoções. Ignorar essa ciclicidade feminina pode gerar culpa e autoexigência excessiva — fatores que impactam diretamente a saúde mental. No pole dance, especialmente em práticas mais conscientes…

Leia mais